A FRASE!

CaRpE dIeM!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Memória X Senhas = Esquecimento

Senhas, códigos, nicks, endereços eletrônicos e etc etc etc. Pra quê tantos dados??? Pra quê tantas informações se eu sou uma pessoa só? São tantos os códigos que nos fazem ser reconhecidos, que às vezes esqueço minha identidade pessoal e só sei quem sou em identidade numérica. Sinto-me como um código de barras ambulante... se alguém me chama: Virginiaaaa - automaticamente me lembro: 10785378093891288080578027072691076269752080925562 ...

E foi numa dessas lembranças numéricas que me ocorreu a "deslembrança" de todos os meus dados para o login deste blog. Tentei incessantemente, por meses, me lembrar, qual a minha identidade aqui, sem sucesso.

Um dia, como que por milagre, abri um velho, bem velho, velhíssimo caderno de anotações e quem estava lá??? Ele mesmo: meu login e senha do blog que tanto amo. Não sei porque anotei os dados nesse caderno, talvez, nesse dia eu já estivesse incoscientemente desconfiada de que em breve me ocorreria uma deslembrança quase fatal.

Senti-me aliviada.

Então, aqui estou eu de novo a aliviar minha inconstância e relaxar meus dedinhos e meu cérebro fervilhantes que tanto têm a contar.

domingo, 11 de maio de 2008

Ser filho ... (para todas as mães, principalmente a minha)



É fazer manha pra ganhar beijinho quando na desobediência for malcriado, mas, sem ficar distante do amor desejado. É fazer gracinha pra ver sorrisos satisfeitos e admirados. É dar os primeiros passos meio que cambaleando e agradecer com sorriso as palminhas. É dizer gritando e animado o primeiro manhêeee e ficar só de olho nas repercussões como se tivesse ido até a Lua. É enfiar o dedo na tomada e depois do choque correr direto pros braços consoladores. É chorar pra caramba no primeiro dia de aula pedindo com olhos implorantes que venha em seu socorro. É agradecer na formatura do primeiro grau os ralos que a mãe dava quando a lição vinha tomar. É procurar entender o por quê de tantas brigas que fazem-no infeliz. É pedir conselhos como conquistar aquela vizinha bonita e delicada. É abraçar a mãe quando a vê tristinha na cozinha ou no quarto escondida. É dizer a todos que não existe melhor comida que a da mamãe. É gostar da companhia de quem só lhe fala com ternura mesmo tendo sido egoísta. É apresentar no primeiro dia em casa a namorada tímida na certeza que mamãe a fará tranquila. É trazer o cd do Roberto Carlos mesmo não gostando de uma música e com entusiasmo desejar ver o sorriso da mamãe. É ter orgulho de ser filho e jamais se esquecer disso. (Autor desconhecido)

domingo, 20 de janeiro de 2008

Bem-casados



Ontem minha amiga e professora competente enlaçou-se em matrimônio, pois enlaçada de amor acho que já está há muito tempo.


Cerimônia breve, lugar legal, almoço delícia e o mais importante, noivos felizesssssssssssssss. Al-mo-ço isso mesmo, o casamento foi às 11:30, coisa de gente chique ... rs


Ah não posso deixar de comentar sobre os bem-casados, eita docinho bão sô! Seja mais sequinho, ou mais molhado, com recheio de doce-de-leite ou outro qualquer, o negocinho é gostoso e tem cara de casamento, amo muito muito muito.


Parabéns aos noivos, minha amiga Janete e seu noivo, ops, esposo Henrique merecem tudo de bom!

sábado, 19 de janeiro de 2008

Meu nome não é Johnny

Sexta feira, dediquei a tarde aos passeios de familia. Almocei com a minha madrinha e fui ao cinema com a minha mammy.


Assisti "Meu nome não é Johnny", no começo, sinceramente, estava ali para satisfazer a minha mãe, não achava que a temática do filme pudesse ser tão interessante, mas aos 5 minutos de filme corrido, percebi que estava enganada. O filme é bom, Selton Melo está ótimo, a temática é interessante, enfim, programa legal sim, sem esquecer daquela pipoca gigante, que mesmo não aguentando comer a gente tem que comprar, pois cinema sem pipoca não tem graça ... rs


Ir ao cinema deveria ser um hábito de família, lugar para ir e contemplar o trabalho de produção e artístico, mas por aqui é programa para garotinhas estéricas ficarem gritando quando entra em cena o galã (como se ele as ouvisse), e os celulares? Esses não param de tocar e nos mais diferentes sons e ritmos(ninguém conhece o modo "vibrar"??? socorroooooooo), mas o pior, pior de todas as gafes são os aplausos no final, meu Deus, o que é aquilo?! Saí do cinema pensando em que planeta estava, senti-me sozinha em meio a multidão em camera-lenta, tive medo de ter um chilique e começar a gritar "Hei, cadê a ética? Viver em grupo é possível!!!" Mas me contive, ao ver a felicidade nos olhos da minha mãe por ter visto o filme que tanto queria, para ela todas as gafes pertenciam a uma realidade paralela, ela aproveitou o momento e só.


Decidi fazer como minha mãe, sábia mulher, aproveitei a oportunidade de estarmos juntas e a sós, coisa rara nesta vida, abracei-a e fomos caminhando em camera-lenta em meio a multidão desoganizada e apressada.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Conversa para início de conversa


Passei anos tentando descobrir o que me deixava mais apreensiva na vida, encontrei várias falsas respostas que a cada vez me incomodavam mais. Essa semana, de repente, graças a uma feliz coincidência, dessas que o destino nos põe nas mãos, na cara, na boca e ainda assim temos dificuldades de compreender o que é, vi o grande descortinamento (nossa que excessivo isso, parece até papo religioso).

A verdade é que tenho muito mais a dizer do que digo diariamente, não falo por uma questão de tagarelice, porque nesse ponto ninguém me barra, falo do que está dentro, do que me faz fervilhar a alma, da visão de dentro que eu tenho do que está fora.


Então decidi estar aqui, ali e em qualquer lugar onde possa mostrar o que vejo com os olhos de dentro.

O que me faz escrever? Isso você vai descobrir aos poucos, à medida em que for D E S C O R T I N A N D O a vida e o mundo.